Do Storytelling ao Storydoing

Boas empresas são chamadas de Storytellers. Ótimas empresas são chamadas de Storydoers.

Contar histórias é uma das formas mais poderosas de dar vida a sua marca, e muitas vezes, um dos principais componentes de uma abordagem de marketing de conteúdo. Ao dar uma identidade aos seus produtos e serviços, capturando e compartilhando as histórias sobre eles, você convida o seu público-alvo para uma viagem a esse universo, oferecendo, assim, uma experiência única.

Mas, atenção: para que os consumidores criem uma conexão pessoal com a sua empresa, as histórias contadas devem ser autênticas, criativas e inspiradoras. Isso se chama Storytelling.

O uso do Storytelling pelas empresas para conquistar a lealdade e o engajamento de clientes e funcionários, é certamente uma ótima opção. Coca-Cola e Natura são exemplos de empresas que utilizam o Storytelling com maestria para difundir seu conceito.

História contada, cliente conectado. Mas o que vem depois? Apenas contar boas histórias não basta, é preciso vivenciá-las. O consumidor se tornou mais exigente e passou a não se contentar com as empresas apenas ”falando quem elas são”. Nesse cenário, a necessidade das marcas vai além de contar histórias. Elas precisam fazer história! Isso se chama Storydoing.

Empresas Storydoers como Red Bull, Sapatos TOMS, Warby Parker, e Tory Burch, por exemplo – priorizam a experiência do consumidor, seja através de novos produtos, novos serviços, novas ferramentas ou através do live marketing.

Quando uma marca promove uma experiência única ao seu consumidor e provoca novas sensações através de seu storydoing, esse consumidor tende a tornar-se discípulo e multiplicador do seu conceito. Suas histórias são contadas principalmente através da propaganda boca a boca, e são amplificadas por ferramentas de mídia social.

O que faz uma empresa ser storydoer?

  • Ter uma história;
  • A história precisa ser sobre um projeto ou uma ambição para tornar o mundo melhor ou para melhorar a vida dos menos favorecidos;
  • A história contada não pode ser apenas uma ação de marketing e tem que ter nascido do líder da empresa;
  • Essa história tem que fazer parte da cultura, missão e valores da empresa e estar presente em todos os setores: desenvolvimento de produtos, políticas de RH, marketing, comunicação, etc.;
  • A história deve causar impacto positivo na vida de parceiros e clientes da marca, incentivando-os a “fazer sua própria história”.

E a sua empresa? Conta histórias ou faz histórias? Você é reconhecido como Storyteller ou Storydoer?

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