Comércio Eletrônico

O site E-bit, empresa que oferece informações precisas sobre o comércio eletrônico no Brasil, divulgou no fim do mês de julho que o setor de e-commerce manteve o seu crescimento no gosto popular e atingiu, no primeiro semestre de 2014, um faturamento de R$ 16 bilhões.

O valor supera as expectativas e crava um crescimento de 26% em vendas, se comparado com o mesmo período de 2013. São dados que reforçam a ideia de que o setor continua em franca expansão e angariando, cada vez mais, novos adeptos das compras virtuais.

Causas para o crescimento do varejo on-line

O E-bit ainda revelou que, só no primeiro semestre deste ano, o setor contabilizou uma soma de 48,17 milhões de pedidos – quase 13 milhões a mais do que o mesmo período do ano passado. Para explicar essa expansão mercadológica, o site especializado apontou a entrada de consumidores que, antes, não usufruíam do varejo on-line.

Outro fator que pode ser levado em conta é o “efeito Copa do Mundo”, que impactou de forma decisiva no setor de vendas (tanto antes do evento quanto durante). As vendas de TVs e outros eletrônicos foram alguns dos grandes responsáveis por esse aumento, chegando a um total de 5,06 milhões só durante o mês de junho – uma quantia considerável.

Para se ter uma ideia, a fatia dos televisores responsável pelas vendas on-line era de 39%, durante o mês de janeiro, tendo um salto percentual para a casa dos 48%, no mês de junho. Ainda assim, dos entrevistados na pesquisa do E-bit, apenas 11% diziam ter sido influenciados pelo evento futebolístico para adquirir a sua TV – ou qualquer outro produto relacionado direta ou indiretamente.

Setores de moda e acessórios mantêm liderança no comércio eletrônico

Embora a Copa do Mundo tenha causado a sua influência econômica, os necessitados por acessórios e antenados na moda mantiveram a sua predileção virtual, estando há um ano na preferência dos usuários que são adeptos ao comércio eletrônico, com 18% de participação no volume de pedidos.

O setor é seguido pelas categorias de cosméticos, perfumaria e saúde, com 16%, eletrodomésticos, com 11%, livros, assinaturas e revistas, com 8%, e telefonia e celulares empatada com informática, ambas com 7%.

A pesquisa do E-bit levantou, também, a alta e queda nos preços. Com uma média de 0,34% de queda, o setor que mais derrubou os suas ofertas foi o de moda & acessórios, que reduziu 8,61% dos preços.

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