Supremacia do e-commerce: somente 15% dos varejistas online possuem loja física

Desde os “primórdios” do mercado eletrônico, alguns pensavam que as lojas virtuais jamais alcançariam a popularidade das lojas físicas, mas as estatísticas já provaram que essas previsões negativas caíram por terra. Dos 450 mil e-commerce ativos, somente 15% mantêm uma loja física,conforme apresentou um levantamento do PayPal, empresa de pagamentos via internet. O número restante, 85%, equivale aos negócios que existem inteiramente na web.

Tal dado demonstra como as lojas virtuais alcançaram a supremacia no varejo em diversos segmentos, superando muitas vezes as vendas em lojas físicas. A pesquisa ainda prevê excelentes movimentações para e-commerce em 2015: em média, R$ 81, 3 bilhões devem ser gastos com compras online. Em 2016, haverá um salto para R$92,9 bilhões que também pode ser definido em um crescimento de 14% ao ano.

Lojas para a terceira idade e outras ideias “disruptivas”

Se o mercado eletrônico está embasado em tais números, em parte, se deve às inovações que diversos empreendedores implementaram. As lojas virtuais focadas completamente na terceira idade, por exemplo, conquistaram uma fatia de público pouco explorado pelas lojas físicas, fazendo da internet o local ideal para senhores e senhoras com mais de 50 anos realizarem compras.

O fato é que o varejo online tem buscado oferecer diferenciais e trazer experiências de compra cada vez mais positivas para diversos perfis de consumidores. Mais precisamente, ele está realizando uma democratização na forma como se consome produtos essenciais e, até mesmo, os itens considerados supérfluos.

Em contraste com as lojas físicas, o mercado virtual está em busca de personalizar ofertas e direcioná-las aos seus clientes de um modo pouco invasivo, respeitando o seu comportamento de consumo, além de oferecer informações relevantes sobre a aplicação ou utilização do produto, acrescentando “algo a mais” na compra, como quem oferece uma solução.

No entanto, é válido destacar que essa supremacia do comércio eletrônico não significa o fim das lojas físicas. Pelo contrário: embora grande parte dos segmentos tenha encontrado na web a vitrine perfeita para expor seus produtos, alguns nichos só conseguem se expandir no mercado físico, devido a determinadas particularidades do negócio.

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